segunda-feira, 7 de abril de 2014

Saiu no site do SIPOL PRUDENTE. Vergonha para São Paulo, o Estado mais rico do Brasil paga um salário de merda para sua polícia.

TOCANTIS GANHA PARIDADE ATÉ 2018. ENQUANTO ISSO, EM SP......

RESPEITO ÀS INSTITUIÇÕES CIVIS.

Após anúncio de que os policiais estavam mobilizados e realizariam protesto nesta sexta-feira, 4, em Palmas o Governador Siqueira Campos anunciou hoje a paridade salarial para a categoria. Dividida em quatro vezes (de2015 a 2018), a paridade na prática estabelece apenas dois salários para a Polícia Civil, o de delegado e outro para as demais carreiras.

A Medida Provisória número 8, que concede o benefício, foi assinada pelo governador em seu gabinete, na presença de centenas de policiais, que já estavam mobilizados para o protesto, caso a paridade não fosse concedida.

De acordo com o texto da MP 8/2014, agente de polícia, agente penitenciário, escrivão de polícia, papiloscopista, agente de necrotomia e motorista policial vão receber os seguintes salários, no início de carreira: R$ 5.431,20 (2015); R$ 6.712,29 (2016); 7.993,39 (2017); e R$ 9.274,48 (2018).

As discussões sobre a paridade (há muito almejada pela categoria) foi retomada no mês passado, quando o secretário da Administração (Secad), Lúcio Mascarenhas, ao lado de seu colega da Segurança Pública, José Eliú Jurubeba, disse que estava analisando o caso. “Na categoria já existe um precedente, que foi a paridade salarial, de perito policial e perito criminal”, disse, acrescentando que o estudo de viabilidade para Estado estava sendo feito.

Entretanto, na última terça-feira, 1º, em reunião com representantes dos policiais, disse que a categoria não iria receber o benefício, pois o Estado já teria gastado além do chamado limite prudencial, que é de 46,55% da Receita Corrente
Líquida.

Por este ser um ano eleitoral, a paridade teria que ser concedida até esta sexta-feira, ou seja, o benefício foi concedido no último momento, e graças à mobilização dos policiais.

A presidente do SINPOL, Nadir Nunes, destacou a união dos policiais na conquista. “A paridade foi conseguida porque, juntos, sindicato e associações lutaram e buscaram o mesmo objetivo. Foi uma demonstração da força que a categoria buscam um objetivo comum ”.                      

Ao agradecer os policiais por entenderem a importância do chamamento, a diretora de Administração e Planejamento, Marcilene Lucena, enfatizou que “essa foi uma importante conquista pela valorização da classe, mas que a luta continua”, e complementou. “Agora precisamos continuar buscando condições dignas de trabalho para que possamos oferecer uma prestação de serviço cada dia melhor à sociedade tocantinense”.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Operações da PF empacam no MP e na Justiça



Fonte: Correio do Estado
Balanço apurado pela reportagem do Correio do Estado acerca das 30 principais operações deflagradas pela Polícia Federal, em Mato Grosso do Sul, de 2001 para cá, período de 13 anos, indica que a punição judicial, de fato, afeta de imediato somente as pessoas capturadas por ligações com o tráfico de drogas. Processos de outros crimes – como lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, fraude na papelada para criação de empresas, licitações públicas, como exemplos – emperram ou no Ministério Público Federal, Estadual ou na Justiça Federal e também na Estadual, por anos e até décadas.

Nas operações estudadas pelo jornal, nota-se que ao menos 300 pessoas foram detidas, entre as quais, apenas uma dezena permanece na prisão, por ligação com o tráfico de droga.
Siga o desfecho de algumas das principais operações da PF.

Semana passada, ocupou páginas dos jornais, programas de tevês e internet o reputado episódio da Servan, sociedade dos médicos anestesistas de Campo Grande. Investiga-se se a empresa monopoliza o mercado, isto é, impõe o chamado cartel. O caso virou inquérito na Polícia Federal, em 2009 e, em 2013, quatro anos depois, encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF). O relatório da PF sugere que os médicos promoveram cartel. No entanto, o MPF, devolveu o inquérito à PF e a questão voltou à estaca zero.

No dia 31 de janeiro de 2012, policiais federais ocuparam a sede da Capital Mercantil Factoring, na cidade de São Gabriel do Oeste, empresa que “captava investimentos de pessoas, com a promessa de boa remuneração de alta taxa de juros”.

Trecho da nota emitida pela assessoria de comunicação da PF, um dia depois da operação batizada de “Pirita” [mineral brilhante, na cor amarelo-ouro, conhecido como pedra da sorte]: “Em outubro passado (2011), a empresa ‘fechou as portas’, deixando grandes prejuízos para os investidores, estimados inicialmente em cerca de R$ 50 milhões”.

São Gabriel do Oeste fica a cerca de 140 km de Campo Grande e tem menos de 30 mil habitantes. Até agora, embora as declarações confirmando as perdas financeiras, o dono da factoring nada sofreu judicialmente.

O empresário, que pegava dinheiro da população e prometia bons juros, sumiu da cidade. Na época, ele mantinha uma filial da factoring em Campo Grande.

Sete de julho de 2009, a partir das 6h da manhã, policiais federais prenderam 42 pessoas e cumpriram 85 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande, Dourados, Naviraí e Ponta Porã, em MS, e ainda em Guaíra e Umuarama, no Paraná.

Por dois anos, a PF descobriu que uma organização criminosa cometia crimes como formação de quadrilha, exercício ilegal de atividade financeira, agiotagem, contra a ordem econômica e o sistema financeiro. Dos 42 detidos, soltos logo depois, nenhum foi sentenciado até hoje. Nome da operação: “Owari”, ponto final em japonês.

Laranjas

Anos antes, em dezembro de 2004, a PF investiu na operação “Perseu” [herói da mitologia grega]. Onze pessoas foram presas por formação de quadrilha e sonegação de impostos. Na época, segundo a PF, o frigorífico Margem, segundo maior do País, tinha como donos “laranjas” [na linguagem popular, pessoas que emprestam o nome, documento ou conta bancária para ocultar a identidade de quem a contrata]. A empresa tinha uma dívida de R$ 155 milhões, R$ 85 milhões dos quais com o INSS. O esquema de sonegação implicava, segundo a PF, advogados, contadores, despachantes e agentes públicos. Os reais donos do frigorífico tocavam 21 unidades, 16 das quais em MS, onde eram abatidos 8 mil cabeças de gado por dia. Ninguém foi sentenciado. Dia 10 de março de 2005, a PF deflagrou a “Pegasus” [cavalo voador], operação também conhecida como “Caso Banestado”. Nessa investida, os policiais descobriram uma quadrilha que mandou, pela chamada conta CC-5, algo em torno de R$ 60 milhões para fora do País. O bando agia no Paraná e em MS, onde 55 “laranjas” enviaram dinheiro para países estrangeiros. A polícia desmantelou o esquema, mas não capturou culpados ao menos aqui em MS.
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quinta-feira, 27 de março de 2014

QUE DIFERENÇA!!!!

 O Governo holandês decidiu adotar a mesma política da Dinamarca e Alemanha e impor a seus presidiários o pagamento de 16 euros (50 reais) por dia por ficarem atrás
das grades. O projeto de lei deriva dos acordos pactuados
pela atual coalizão no poder, formada por liberais de direi-
ta e social-democratas, e busca duas coisas: obrigar o crimi-
noso a assumir o custo de seus atos e poupar, concreta-
mente, 65 milhões de euros (205 milhões de reais) em des-
pesas judiciais e policiais.
 Na Holanda existem 29 presídios, sendo que deste total 8 foram fechados por falta de presos. O Governo holandês
diz que o detento é parte integrante da sociedade e se comete um delito tem obrigação de contribuir com os
gastos inerentes.
No Brasil é totalmente o contrário. 0 detento raramente trabalha e sua família ainda recebe do Governo Federal
uma ajuda de custo superior ao salário mínimo, ou seja
982 reais.

terça-feira, 25 de março de 2014

Candidatos à carreira de delegado de polícia fazem prova no próximo domingo (30)

São mais de 13 mil inscritos que vão disputar 129 vagas. Os portões abrem as 13 horas

Será realizada neste domingo (30) às 14 horas, a prova preambular para 129 vagas de delegado de polícia. Os locais de prova já estão disponíveis no site da Fundação Vunesp. Os candidatos devem chegar pelo menos, com uma hora de antecedência no local designado.

A prova será composta de 100 questões, divididas entre as disciplinas de Direito Constitucional e Direitos Humanos (16), direito administrativo (16), direito penal (16), direito processual penal (16) e criminologia e medicina legal (12), legislação especial e informática (12) e direito civil e lógica (12).
Lembre-se que segundo o edital, o candidato precisa acertar no mínimo, 50% das questões de cada disciplina. Após essa fase serão realizadas ainda, prova escrita, prova de aptidão psicológica, prova de aptidão física, comprovação de idoneidade e prova de títulos. O salário para o cargo é de R$ 8.775,56.


Wilson Elias

sexta-feira, 21 de março de 2014

Concurso para legistas da Polícia Civil recebe inscrições até dia 26

 

Serão contratados 140 profissionais com o salário inicial de R$ 7.516,02
Estão abertas até 26 de abril as inscrições para o concurso de médicos legistas da Polícia Civil. Serão contratados 140 profissionais em todo o Estado, e o salário inicial é de R$ 7.516,02. Os interessados devem fazer a inscrição no site da Fundação Vunesp.
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Para concorrer é preciso ser brasileiro, ter registro no Conselho Regional de Medicina, estar em dias com as obrigações eleitorais e militares, não ter antecedentes criminais, dentre outros requisitos que podem ser consultados no edital. A prova está prevista para 27 de abril.
Das vagas, 61 são para capital e Grande São Paulo. As outras 79 vagas são para as seguintes regiões de Araçatuba (14 vagas), Bauru (15), Campinas (6), Presidente Prudente (11), Ribeirão Preto (7), Santos (1), São José dos Campos (10), São José do Rio Preto (14) e Sorocaba (1).
SERVIÇO
Concurso para médico legista da Polícia Civil
Inscrições até 26/03
Taxa de inscrição: R$ 63,92
www.vunesp.com.br
Do Portal do Governo do Estado

segunda-feira, 17 de março de 2014